Quarta-feira, 27.03.13

Timor-Leste Contacto 2013

São dois regressos à TV: o meu e o do Timor-Leste Contacto.

 

A estreia é já a 30 de Março, este Sábado, em todo o mundo. Repito: em todo o mundo! o que significa que não há desculpas para não ver este grande pograma' sobre a vida dos portugueses em Timor-Leste e as gentes maravilhosas da pequena ilha e a ilha em si e as paisagens de cortar a respiração.

 

Se depois destes trinta minutos se ouvirem dizer "é um bilhete para Dili, por favor!" e olharem em volta e estarem dentro de uma agência de viagens, não se admirem. E olhem que sobre esta matéria eu sou altamente imparcial (cof cof).

 

Mantenham-se em CONTACTO!

 

Reporter Timor às 01:28 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 25.03.13

A entrevista

Ontem gravei a melhor entrevista da minha vida.

Não é exagero, é mesmo a melhor de sempre.

 

Porque ontem se fez história e eu estava lá.

Porque ontem duas pessoas extraordinárias se reencontraram passados 38 anos. E parecia que nada havia mudado quando tudo, rigorasamente tudo, mudou.

 

Foi, na falta de melhor adjectivo, emocionante...e mais não conto.

Poderão ver tudo em breve numa tv perto de todos nós.

 

E são dias como este que me fazem acreditar que não foi por um qualquer acaso que vim para a Timor.

Reporter Timor às 08:41 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 18.03.13

A ilha acaba já ali #2

Katupa, o vendedor de fruta.

 

Katupa, o vendedor de fruta

 

Caminham durante horas, debaixo de sol, rua acima, rua abaixo, nas principais avenidas da cidade. Port vezes vão à praia e voltam o que há de dar uma média de 10km por dia, não menos. Abordam os estrangeiros ou mala'e mutin ou estrangeiros brancos. Banana, ananás, anona, maracujá, amendoin.

 

- Hira, maun? - pergunto quanto custa.

- Dólar rua, mana.

 

São dois dólares, negociáveis.

Os katupas são a excepção num país em que o comércio tem pouca alma. Estranho-lhes a falta de interesse pelos que passam, escolhem, regateiam. ou tentam, vá. É três dólares pegar ou largar. largamos. e é a inércia total. Avançamos para o vizinho do lado e o diálogo, ou a falta dele, repete-se. De quando em vez uma excepção.

 

Os katupas dormem na rua. trabalham na rua. Hão-de morrer na rua.

Em tétum quem diz "rua" diz "dois".

 

Mostrei-lhe a foto e disse:

- Kapaz.

Gostou.

Reporter Timor às 09:10 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Viajar sem destino é outra coisa

Sempre achei uma grande parolice essa coisa de viajar sem destino. Como se alguém minimamente inteligente se metesse num carro para andar por aí aos ziguezagues. Acho que quem vai assim, ao acaso, não irá muito longe. Nem nas viagens nem na vida.

 

Viajar sem destino tem que ser esta coisa de ir e não saber exactamente o que nos espera. Ou quem nos espera. Ou quando, e se, regressamos. E neste sentido, Timor foi a minha viagem sem destino. Melhor: Timor é a minha viagem sem destino. É que o capítulo não está fechado, senhores!

 

Ainda pus Díli no Google maps. apareceu-me a Catedral, em Vila Verde, nem outra coisa poderia aparecer. De resto foi tudo absolutamente novo. e surpreendente. Se encontrei um novo sentido para a minha vida? Como não?! Vivi uma vida inteira (cof cof, que isto já é muita idade) a achar que sofria de claustrofobia. E nunca me senti tão livre como agora que vivo na ilha.

 

Foi ontem e foi há uma vida que cheguei a Timor. A sério, um ano dá para isto tudo?! No dia em que fechei esse ano e comecei o segundo acordei às 6h da manhã para um duche gelado (na verdade a ideia era outra, mas a gente acostuma-se). Vinte minutos depois estava na praia. Ligámos a câmara, começou-se a gravar. Atirei as perguntas debaixo do sol quente numa conversa perpendicular ao pontão mar adentro. Lembrei-me das entrevistas no Parque das Nações, lá depois da FIL, da ponte sobre o Tejo. Do H. e do S. e do A. e do D., companheiros de primeira viagem na TV.

 

O resto fica para a estreia, na RTP Internacional. É que eu estou de volta e nem sei como isto aconteceu. Porque no dia em que desci de elevador, e depois a rua que me levou ao Marquês de Pombal, para não mais voltar àquele lugar, achei que estava a virar costas à sorte. Lembro-me perfeitamente de ouvir os meus passos e de pensar que um dia os haveria de chorar.

 

Sim, viajar sem destino não existe. E o destino sem viagens também não.

Reporter Timor às 01:25 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Domingo, 17.03.13

Os Pescadores de Díli

Reporter Timor às 09:18 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Sábado, 16.03.13

A ilha acaba já ali #1

Não são crianças, são pescadores.


Reporter Timor às 07:45 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

O restaurante português

 

Fica ali junto ao mar.

 

Almoço à beira-mar

Reporter Timor às 07:37 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

"Bacalhau: the king of the night"

Fim de citação :)

Reporter Timor às 07:10 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 14.03.13

"Maybe this is a portuguese thing"

E era mesmo.

 

Cheguei a casa e a G. estava com cara de caso.

 

- Fiz uma coisa terrível, disse-me.

- Ai sim?, ri.

- É que estava uma coisa muito mal cheirosa na cozinha e eu pus no lixo.

 

(ai meu deus, lá se foi o bacalhau!)

 

e ela continuou:

 

- É que cheirava mesmo muito mal. Mas depois lembrei-me que se calhar era uma coisa portuguesa tipo BACALHAU.

 

Pausa.

Eu devia estar pálida, lívida. Maneiras que foi ela quem resgatou o desgraçado do lixo onde (sorte a minha), tinha por companhia apenas uma casca de banana. E em Timor não há desperdício, senhores! amanhã há jantar lá em casa e já fiz saber que vai haver bacalhau. eles que venham com os risotos e com os foie gras...aqui quem manda é o bacalhau.

Reporter Timor às 05:36 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Ainda sobre o post anterior

Nem de propósito, esta manhã alguém elogia a reporter timor:
"a mana é tão bonita que parece a nossa senhora".

Eu não digo?!
Reporter Timor às 05:32 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Habemus Papam

Escrever sobre religião não é o meu forte. Mas cá vai disto.

Se o Vaticano soubesse o quanto o povo timorense vive a doutrina da igreja mudava-se ali para a Praia dos Coqueiros.

E como é que um povo na Ásia se torna tão temente ao deus católico? a culpa (aqui está o tão nobre sentimento judaico-cristão!) é dos portugueses que enviaram, em missão, os padres católicos. A eles se devem os colégios e conventos, a sobrevivência da língua portuguesa neste lado do mundo, o baptismo de Manéis e Marias e o fim de reinos e casamentos polígamos. E assim de repente não me ocorre mais nada mas há certamente muito a dedilhar sobre este tópico.

Dizia eu que os timorenses são muito católicos. Note-se que as idas à missa apenas são intervaladas pelas próprias vidas e não o contrário como seria de esperar, é na missa que a alta sociedade se encontra, que a política acontece, que os adolescentes se apaixonam...caramba, parece que estou a descrever Portugal no anos 60!

Sobre o novo Papa eu não faria melhor resumo do que o que vem no Público: “O modesto jesuíta que chegou a Papa - Argentino Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, é o primeiro latino-americano a liderar a Igreja Católica. Primeiro Papa não europeu em 13 séculos. Escolheu o nome Francisco. Foi engenheiro químico antes de se tornar padre.”

Até aqui tudo muito bem mas apoquentam-me algumas questões. Ora leiam que diz o Público: “Ao longo dos anos, Jorge Mario Bergoglio deu prova da sua ortodoxia, manifestando também a sua oposição incondicional ao aborto e à contracepção ou à adopção por casais homossexuais”.

Ontem quando os sinos tocaram, já fora de horas, disse em voz alta (eu que nem sou dessas coisas) “habemus papam”.
Reporter Timor às 02:48 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Confirmo

"Um ano em Timor sem ir a casa é violento."

É.
Reporter Timor às 01:11 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 13.03.13

Os retornados

Não me lembro de viver o drama dos retornados, os milhares de portugueses que nos anos 70 e 80 regressaram a Portugal depois do 25 de Abril, mas cresci a ouvir histórias de família. Os meus irmãos, pais, avós e bisavós viveram em Angola. Nasceram lá duas gerações, e sempre vi a história da minha família, em si mesma, como um legado.

 

Da vergonha e humilhação por que passaram os retornados chegou-me muito pouco. Grande parte da minha infância foi alimentada com histórias de aventuras e amizades profundas e verdadeiras, com os álbuns de fotografia antigos no colo e a voz da minha mãe, tão real, a falar dos seus laços com uma terra que ainda não conheci.

 

Sobre a guerra ouvi as histórias de um Portugal que abandonou os seus cidadãos e a vontade de todos em ficar na terra quente. As paixões que ficaram por viver, as famílias que perderam o rasto aos seus. E o locutor de rádio, gordíssimo - foi tão ao engano quem imaginou a figura daquela voz potentissíma - graças a quem a minha família se reencontrou após semanas, na estrada, a fugir às guerrilhas e à morte.

 

Da vergonha e humilhação por que passaram os retornados chegou-me muito pouco, de facto. Lembro-me de ouvir lá em casa que o meu pai foi obrigado a cortar o cabelo e a barba para conseguir trabalho – conselho de um amigo – e da arrogância ou desprezo, ou as duas coisas, dos vizinhos.

 

Mas a história que prevalece, para mim, é aquela que começa na primeira noite debaixo de céu angolano, num país profundo, virgem. O meu avô era guarda-florestal. Recém-casados, ele e a minha avó passaram as primeiras noites, ou semanas, numa tenda no meio do mato. As populações rodearam-nos e deram indicações (talvez em kimbundo ou umbundo, dialectos locais) para que os acompanhassem. Sob aquilo que parecia uma ameaça, lá cumpriram, e quando chegaram ao destino, um quilómetro adiante, tinham uma refeição à sua espera.

 

Sim, os meus avós apaixonaram-se por Angola. Viveram ali os melhores anos das suas vidas. Mais: viveram gratos pela oportunidade de viver num país tão extraordinário. Como muitos, regressaram a Portugal contrariados, porque tinha que ser, porque queriam pôr a sua família em segurança. E não mereciam passar pelas humilhações que os esperavam em Portugal.

 

“Depois do Adeus”, a nova série da RTP, faz um retrato do que se passou. Um retrato fiel que apazigua o coração de tanta gente que deixou a “sua” terra para regressar à “pátria” de Mário Soares (ficou célebre um discurso seu em que dizia que os portugueses das colónias estavam por sua conta, entregues à sua sorte). Gente como a senhora A. que conheci noutro dia aqui mesmo, em Timor, e que me contou emocionada que ainda tentou regressar a uma Angola que já não era a sua.

 

Uma senhora com cerca de 60 anos que em Portugal se recusou a ver a série mas que durante uma escala em Singapura, através da RTP Internacional, fez as pazes com o passado.

 

Grande RTP!

 

E não consigo deixar de pensar como será o regresso da minha geração, desta geração emigrante, um dia, a Portugal. Seremos recebidos de braços abertos ou de punho fechado? Irão acusar-nos de ter abandonado o nosso país? Ou irão lembrar-se que nós é que fomos abandonados, aconselhados a partir?

 

E há um ano, a 13 de Março, disse adeus a Portugal.

Reporter Timor às 05:46 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Hipocondria

Liguei a uma amiga de uma amiga. Não nos conhecemos mas estou aqui com o coração apertado porque a voz que me atendeu o telefone - notava-se claramente - estava contorcida de dores. Malária e dengue em simultâneo. Que pouca sorte caramba!

 

E não consigo deixar de pensar que estou aqui tão a jeito de apanhar uma dessas maleitas, ou as duas minha nossa!

 

É um facto que sempre que me perguntam - já tiveste malária? - eu respondo - AINDA não - como quem já se habituou à dura realidade dos trópicos mas a verdade é que não estou preparada para agonizar numa cama de hospital. E as probabilidades aumentam radicalmente nesta época de chuvas…

 

Hora de reforçar o stock de repelentes. Já me dói tudo…

Reporter Timor às 03:45 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 08.03.13

Dia Internacional da Mulher

Dia Internacional da Mulher

 

Este ano celebro esta data como voluntária das Nações Unidas.

 

A Seeds Theatre Group é uma ONG sediada na Papua Nova Guiné e que combate todas as formas de violência contra mulheres e crianças. 

 

Como jornalista já fiz muitas reportagens sobre este tema. Entrevistei especialistas, ouvi as vítimas, dei voz a números e a projectos cheios de valor. Mas na Papua Nova Guiné a realidade é... (ainda mais) brutal. Escrever sobre mulheres acusadas de bruxaria e queimadas vivas em público é um murro no estômago. ou dois. ou três.

 

http://seedstheatre.org/one-women-time-for-action/

Reporter Timor às 01:02 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 07.03.13

Um ano!

E vai-se a ver e afinal é-se feliz com coisas absolutamente banais. como - isso mesmo - o trabalho. a pequena ilha ajuda, o sol e as pessoas também, mas não são tudo. o que eu precisava mesmo era de desafios profissionais, de projectos a sério, de voltar à tv, ao voluntariado. E é tão bom estar de volta a isso tudo! O tempo voa...já lá vai um ano, Timor. E está-se tão bem aqui..

Reporter Timor às 09:02 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 05.03.13

Timor Lorosa'e #1

O facto de ser portuguesa levanta com frequência algumas questões. O colonialismo, o português como língua oficial num país da Ásia, a CPLP, o petróleo, o sândalo, o café. Em 500 anos de história em comum haverá muito a apontar aos portugueses mas não exactamente a mim e a tantos portugueses na diáspora, coisa que nem sempre é fácil de explicar.

A História fala-nos de um "Timor Português" (ou "Timor Timur" durante a ocupação Indonésia) e como tal na perspectiva do colonialista, do ocupante, do povo dominante. O Timor dos timorenses, o país real, de ontem e de hoje, tão rico e interessante, foi ofuscado (é um eufemismo, bem sei) até há 10 anos aquando da Restauração da Independência.

A rubrica "Timor Lorosa'e" servirá para partilhar convosco o meu espanto ou fascínio ou, ainda, choque cultural porque também o sinto, perante histórias contadas ou vividas deste lado do mundo.

#1

Foi o J. que me contou: o primeiro corte de cabelo na vida de um timorense dá direito a festa. Reúne-se toda a família, mata-se o porco, as galinhas e o diabo a sete. A cerimónia, que imagino ter origem no tempo dos reinos (quando os portugueses chegaram a Timor há 500 anos, o país dividia-se em 60 reinos), é um ritual para prevenir a doença e a morte.

O povo acredita que passar por cima da tradição trará má sorte. E é por isso que, ainda hoje, em pleno século XXI, o primeiro corte de cabelo é motivo de celebração.

E agora recordo-me que a minha mãe guardou um caracol do meu cabelo num tempo em que os álbuns de fotografia tinham uma área reservada à primeira tosquia. Ou será que ainda têm?!
Reporter Timor às 07:47 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Tétum-Bahasa-Guês

Tétum, Português, Bahasa Indonésio, Inglês.

Em Timor-Leste a língua varia de acordo com o contexto. Fala-se tétum no contacto com os diferentes distritos e ainda com estrangeiros, nas escolas aprende-se português e é em português que se escrevem os documentos oficiais, e diria que todos, ou quase todos, falam fluentemente indonésio. Por exemplo, para negociar nos mercados é essencial saber os números em Indonésio, mesmo quando estamos a falar Tétum. Ou, no meu caso, a tentar falar Tétum.

Nestes 15 mil km de ilha falam-se várias línguas e dialectos: Mambae, Makasae, Tetum Dili, Tetum Terik, Baikeno, Indonesio, Bunak, Fataluku e Português. E é frequente uma conversa ter quatro línguas à mistura ou tétum-bahasa-guês, como me disse há dias um colega Timorense por graça.

Comecei ontem um curso intensivo de tétum. É a primeira vez que aprendo uma língua e a treino todos os dias. E, sejamos honestos, pode ser difícil mas é a melhor maneira de nos tornarmos fluentes. Tão diferente do Português, aprender Tétum é como jogar um jogo. O mais difícil, so far, são os sons. É a primeira vez que tenho que ler os "h"'s desta vida para me fazer entender e, convenhamos, não é coisa que me saia naturalmente.

Mas depois há palavras e significados fofinhos como "Tasi ibu" ou "praia" que, traduzindo literalmente, significa "boca do mar". Outras, ainda, soam mal. "Koko" (sim, lê-se cocó!) significa "experimentar" ou "testar" e dá frases como "Hakarak koko, mana?" ou "quer experimentar, mana?" e é impossível dizer "sim" ou "los", em Tétum, sem pensar bem na resposta.

Findo este curso, segue-se Indonésio.
A Ásia é o futuro e o meu futuro tem Tétum, Bahasa, Português e Inglês.

Nota: "Bahasa" significa "língua" em tétum e está frequentemente associada ao Indonésio.

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